quinta-feira, 19 de maio de 2011

Hígia e Panaceia

Trazidas pelo professor Ricardo Ceccim essas graciosas bonequinhas expressam representações importantes para o nosso contexto de estudo: a Saúde Coletiva.
A história da representação feita por elas advém da mitologia grega. Ambas eram filhas de Asclépio (ou Esculápio para os romanos) o qual fora filho de Apolo, o Deus da Medicina. Ambas aprenderam com o pai a sua arte.
Hígia, a da esquerda, lembra higiene e, ao meu ver, lembra um princípio de vigilância. Deusa da saúde, limpeza e sanidade. Associada com a prevenção da doença e a continuação da boa saúde.
Panaceia (da direita), a deusa da cura. Panaceia é utilizado como um termo que define remédio para todos os males. De uma lógica mais medicalizante, biomédica, Panacéia cura, não previne ou promove como a irmã.
Na aula, foram discutidas as impressões passadas pelas imagens das bonecas, as quais pretendem demonstrar o que cada figura representa nos conceitos de saúde e doença. Como já esperado, Hígia passou uma imagem de maior abertura, descontração e Panaceia uma imagem mais enrigecida, fechada. As impressões corresponderam aos conceitos que elas representam. A discussão foi rica e propiciou o diálogo acerca de diversos conceitos trabalhados na Saúde Coletiva. Fez sentido para mim e para a minha formação.

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